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Um pouco de coragem…

E se eu começasse a explorar o que já se encontra completamente sobre explorado? E se eu começar a explorar o que já se encontra explorado… com sucesso? Falta-me a coragem, vontade de gastar e explorar estou eu. Mas e se não der certo?

Vai dar certo, ai vai… Espero eu!

Powerful words

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Remember when Ronnie died and you said you wished it was me?
well guess what… I am dead, dead to you as can be!

The best music is the one that comes out from your heart… No matter what!

Ele vai-te apanhar

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Go tell that long tongue liar
Go and tell that midnight rider
Tell the rambler, the gambler, the back biter
Tell ‘em that god’s gonna cut ‘em down

Podes fugir… mas não te podes esconder.

Não sou do Rio Ave…

Mas um balde de água fria nestes benfiquistas convencidos iria saber-me tão, mas tão bem… Humildade nunca fez mal a ninguém. Mas pelos vistos faz aos benfiquistas.

É a crise… e o desemprego

Hoje estava a discutir a saída de um grande jogador da liga de Honra portuguesa (reparem na ironia) para o Everton, por uma quantia de alguns milhares. Esta conversa levou a outra e acabou onde qualquer conversa entre portugueses acaba: na merda. Estávamos então a falar do governo português e do seu passado em crise. Tempos de Mário Soares, eram tempos de “apertar o cinto”, tempos de Barroso, eram tempos de um Portugal de “tanga”… Hoje é-se mais frio e directo: é a “crise”.

Redijo também este texto pois numa conversa de aula de Física, a pretexto dessa mesma crise, vieram os desempregados à baila. Eu atiro a um colega uma bem feia: falas dos profissionais desempregados ou dos desempregados profissionais? A sua expressão de indignação (talvez por sofrer de tal maleita) fez-me repensar o que tinha dito. Mas o que disse de errado? Num país em que um desemprego ganha tanto como um trabalhador e ainda poupa nos transportes/alimentação/…?

O que eu sei, eu digo…

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Fui recentemente abordado por um leitor deste espaço, numa conversa pessoal, acerca daquilo que digo e como o digo. Eu escrevo aquilo que consigo. Digo o que sei e o que não sei. Quando não sei demonstro a minha visão, quando sei, luto pela razão. O que levou à abordagem do meu colega de profissão foi o facto de escrever os textos muito curtos.

Como já disse, escrevo aquilo que consigo, aquilo que acho interessante. Não quero agradar a gregos e a troianos, nem a gregos, nem a troianos. Quero expressar-me, falar, deitar cá para fora. Não porque quero seguir uma carreira com esta vertente, mas porque me faz bem.

Recentemente fui a uma palestra onde assisti ao brilhante Dr. Professor José Eduardo Pinto da Costa. Posso dizer-vos com toda a franqueza que é possível ouvir e ter um diálogo com aquele homem durante horas seguidas. Apesar do seu estatuto, parece ser uma pessoa extremamente simples e acessível para quem entender minimamente aquilo que ele quer dizer (cientificamente). No início da sua apresentação disse o seguinte:

Não quero demorar mais que 7/8 minutos, mais do que isso, não passa de masturbação mental. [escusado será dizer que falou durante mais de duas horas]

Estando a palestra cheia de jovens na puberdade, a gargalhada foi geral. Mas a frase ficou-me na cabeça. Não por a achar engraçada. Embora me tenha arrancado um sorriso, ensinou-me que devemos querer ser sucintos, directos e eficazes. E é isso que tento ser.

Embora encha os meus artigos com informação pessoal e irrelevante para a tese que quero defender (como é o caso deste artigo), tento transmitir um mínimo de informação que ache útil.  Não por vos querer ensinar algo, mas porque me faz bem.



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